Brasil Caminhôes

Noticicias, curiosidades, simuladores.

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Menores arriscam a vida para filmar manobras perigosas em rodovia!

Numa mais das rodovias mais movimentadas do Paraná, o risco é duplo. Motoristas fazem manobras perigosas enquanto adolescentes se arriscam para registrar as imagens.
Perigo e imprudência. Imagem mostra um motorista que por pouco, não causa um acidente.
Em outro flagrante, a carroceria do mesmo caminhão invade a pista contrária e quase bate num carro.
O zigue-zague é repetido por vários outros caminhoneiros que chegam a sair para o acostamento.
“Imprudência total”, diz uma motorista.
Os vídeos foram registrados na PR-092, no interior do Paraná, e postados em redes sociais.
O Conselho Tutelar de Arapoti, cidade que é cortada pela estrada, identificou os autores: 20 crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos.
Na internet, os jovens também mostram fotos do momento das gravações. Um deles chega a deitar no acostamento para registrar as manobras. Outros invadem a pista e ficam de frente para os caminhões.
Os vídeos foram feitos no trecho urbano da rodovia e a menos de 2 quilômetros de um posto da Polícia Rodoviária estadual. A estrada é considerada uma das mais perigosas da região.
“A Polícia Rodoviária estadual está presente na rodovia, porém quando não há uma viatura no local eles acabam se aproveitando”, afirma o policial rodoviário federal Gustavo Brinski.
O Conselho Tutelar de Arapoti vai pedir que a polícia investigue a situação das crianças e adolescentes.
Já para o motorista que for flagrado fazendo manobras que põem em risco a própria vida e as dos outros, esta é considerada uma infração gravíssima, com multa de R$ 191 e 7 pontos na carteira.
FONTE: G1

Caminhoneiro da ‘quebradinha de asa’ presta depoimento e diz que queria se divertir

O caminhoneiro que dirigia o bitrem que realizou as manobras conhecidas como 'quebradinha de asa',Jose Gleicyano de Albuquerque, 26 anos, prestou depoimento à Polícia Civil na noite desta quinta-feira (20). Ele disse que está arrependido por ter feito as manobras que foram filmadas por um colega e tiveram repercussão nacional. José Gleyciano afirmou que o ato foi impensado e que 'jamais pensou em causar transtornos para ninguém'.
O motorista relatou também que realizou as manobras para 'se divertir um pouco', já que a viagem era muito longa. Ele não soube informar precisamente o dia em que houve a filmagem das manobras, mas disse à Polícia que o caso ocorreu no mês de fevereiro de 2014, quando fazia uma viagem até a Fazenda Vale Verde, no município de Tapurah.
No depoimento, o carreteiro reiterou que no momento da filmagem trafegava por uma rodovia estadual, sentido à cidade de Ipiranga do Norte. Ele disse que teve vontade de fazer as manobras e pediu, via rádio, para que o também caminhoneiro, Ronair Muniz de Farias, de 37 anos, registrasse tudo com uma câmera digital.
Jose completou que ultrapassou a carreta de Ronair e começou a fazer a 'quebradinha de asa'. O homem, de 26 anos, falou que a rodovia estava quase sem movimento e que parou com a brincadeira quando dois veículos passaram pela estrada. Ele acrescentou que não sabia que a ação era crime, que tinha apenas ouvido comentários sobre as manobras e que aquela foi a primeira vez que praticou isso.

Andamento do caso
O delegado regional da Polícia Civil, Henrique de Freitas Meneguelo, lembrou que o outro caminhoneiro Ronair de Farias também prestou depoimento e confirmou que havia filmado as manobras, porém não alegou a prática de atitude semelhante.
Henrique reiterou que o procedimento policial do caso está em conclusão e que será encaminhado para Tapurah, pois foi lá onde o fato ocorreu. "A punição pela prática destas manobras pode chegar a quatro anos de detenção e suspensão do direito de dirigir", finalizou o delegado.
FONTE: Gazeta MT

Empresário denuncia sumiço de 12 cargas de bitrens de soja em MT

O proprietário de uma empresa transportadora registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de Sorriso (395 km de Cuiabá), nesta quarta-feira, denunciando o suposto desaparecimento de 12 cargas de soja, que foram carregadas em uma fazenda no município de Ipiranga do Norte – 65 km de Sorriso.
Conforme o denunciante, as carretas que sumiram com as cargas eram de terceiros e foram contratadas para levar o produto para Sorriso, onde deveriam trocar as notas fiscais e seguir viagem rumo ao Porto de Santos (SP).
Porém, aduz o dono da transportadora que os bitrens não apareceram na sede da empresa, em Sorriso, e também não deram notícias do paradeiro das cargas. Informou, ainda, que dos 12 veículos contratados para o frete, quatro eram de um mesmo dono.
A polícia começa a investigar o caso, tratado inicialmente como roubo de cargas. Dados dos caminhões e dos motoristas foram repassados a postos da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o empresário da transportadora, o prejuízo pode se aproximar dos R$ 500 mil.
FONTE: Cenário MT

Scania reúne especialistas em debate sobre desafios do transporte sustentável

Com o propósito de fomentar o debate de assuntos que impactam a cadeia do transporte, a Scania, única empresa de veículos pesados a figurar entre as 100 companhias mais sustentáveis do mundo, realiza no dia 27/03, a primeira edição no Brasil do Scania Transport Conference. O evento acontece no Rio de Janeiro e contará com a presença de representantes dos setores público e privado, além de autoridades acadêmicas.
“Queremos mobilizar o setor em torno do compromisso de buscar, juntos, soluções para o desenvolvimento de um transporte sustentável com foco em combustíveis alternativos, maior eficiência dos veículos e da infraestrutura existente.”, afirma Per Olov Svedlund, presidente da Scania Latin America. “Para isto, teremos de transformar produtos, serviços e operações, mudar o comportamento da cadeia de valor e fazer alterações na política e infraestrutura. Trabalhando em parceria com os transportadores, clientes, e tomadores de decisão, há muita coisa que podemos fazer”, completa o executivo.
Na Europa, a montadora realiza o evento desde 2011. A edição brasileira foi planejada para acontecer juntamente com a exposição “O Prêmio Nobel – Ideias Mudando o Mundo”, aberta ao público até 19 de abril na biblioteca da Fundação Getúlio Vargas (FGV), da qual a Scania é parceira.
“Os dois eventos trazem muito da essência da Scania, já que ideias inovadoras têm um papel fundamental nas soluções que entregamos aos nossos clientes. O foco em melhorias contínuas é um dos principais pilares da companhia em todo o mundo, estamos em constante busca pelo aumento da eficiência e diminuição de emissão de CO2, é isto que nos mantém competitivos e capazes de oferecer benefícios para os clientes e sociedade.”, diz o presidente da montadora.
Na programação da conferência, estão previstos três painéis: “Cooperação entre Academia e Iniciativa Privada“; “Os desafios da cadeia logística” e “Políticas Publicas necessárias para o Transporte Sustentável”.
“A Scania tem a inovação em seu DNA e trabalha no mundo inteiro em cooperação com seus clientes para reduzir as emissões de CO2 e aumentar a eficiência das operações. Nossa proposta é entregar a mais alta qualidade de produtos e serviços. E superar desafios, que no nosso setor estão ligados ao meio ambiente, infraestrutura e logística", afirma Per Olov. "Este é o jeito da Scania pensar sustentabilidade", completa. 
Para confirmar presença no evento, envie um email para amoreira@kreab.com ou contate pelos telefones (11) 3054-3306 ou (11) 96497 8921.

Constellation 25.390 leva mais carga com agilidade; veja o teste

por Leandro Tavares,
de São Bernardo do Campo (SP) para o Brasil Caminhoneiro
A linha Constellation da MAN Latin America é conhecida do grande público. Afinal, o Constellation 24.250, da geração Euro 3, é o caminhão mais vendido do Brasil há quatro anos. No entanto, esta família é variada e leva à risca o conceito sob medida que a marca alemã tanto reforça. Após testarmos em 2012 o Constellation 25.280, modelo Euro 5 do 24.250, o Brasil Caminhoneiro teve a oportunidade de ver de perto o Constellation 25.390 6×2 com carreta vanderleia.
Um dos pontos positivos neste modelo, evolução do 25.370, é a tara reduzida em relação aos concorrentes diretos. Com 835 kg a menos, o modelo da MAN Latin America pode carregar uma quantidade considerável a mais de carga útil, aumentando sua rentabilidade. Porém esta não é a única característica do veículo que ajuda o bolso do transportador.
Na boleia, com o Constellation 25.390 rodando, é fácil perceber o melhor escalonamento das marchas. As novas curvas de relação da transmissão 16 marchas sincronizadas, com acionamento por cabos e diagrama de H sobreposto, fazem com que o caminhão tenha potência mesmo em giros mais baixos. Ou seja, a retomada de aceleração é eficiente, evitando a troca descontrolada de marchas. Além deste ser um quesito de conforto para o motorista, ele ajuda a reduzir o consumo de combustível.
No teste, pudemos acompanhar o motor de 400 cv do caminhão vencendo subidas mesmo com o motor em giros abaixo de 1.000 rpm – o torque máximo de 1.700 Nm é alcançado na ampla faixa de 1.100 a 1.500 rpm. O responsável por isso é o turbo de geometria variável (VGT). A potência do freio motor também não fica para trás. São 325 cv a 2.400 rpm. Esse quarteto – menor peso, relação entre marchas, VGT e freio motor – fazem a relação custo-benefício do Constellation 25.390 ser muito alta.
Outra requisição do mercado é levada em conta no caminhão. O freio é a tambor, eficiente e com menor custo de manutenção. Os já conhecidos ABS e EBD completam o sistema, impedindo o travamento da roda e gerenciando a quantidade de força aplicada em cada uma delas.
O conforto do interior do veículo mantém o nível visto nas cabines Constellation. O ângulo de abertura das portas favorece a entrada no caminhão. A suspensão da cabine torna a operação mais agradável. Do banco do motorista a visibilidade é alta, com o para-brisa amplo e espelhos de manobra para facilitar a condução. A acústica agora possui um pacote extra, reduzindo o ruído interno.
Entre as principais aplicações para o 25.390 6×2 estão os que utilizam semirreboque de 3 eixos com PBTC de até 53 toneladas (vanderleia), atendendo aos segmentos de carga seca, frigorífico, graneleiro, sider, silo e tanque, entre outros. O valor do modelo é de R$ 361,058.

Walmart apresenta nos EUA o WAVE, ‘caminhão do futuro’ feito com fibra de carbono



Maior varejista do mundo e, consequentemente, dona de uma das maiores frotas de caminhões do mundo, o Walmart vem trabalhando num projeto que pode revolucionar o mercado de pesados e todo o mundo. Com foco na redução do consumo de combustível, menores níveis de emissão e na rentabilidade operacional, o WAVE, sigla para Walmart Advanced Vehicle (veículo avançado Walmart, em português), é feito quase que exclusivamente com fibra de carbono, o que torna o veículo mais leve, com cerca de 4 toneladas. Além disso, o modelo pode rodar com gás natural, biodiesel e até mesmo outras novas formas de combustíveis ainda em desenvolvimento. O protótipo é 20 por cento mais aerodinâmico do que a frota atual da companhia. Os testes com o Wave já começaram, mas não há nenhuma garantia de que ele vai realmente chegar a rodar nas estradas de fato.
No blog oficial da empresa, Doug McMillon, presidente e CEO da Walmart, afirma que, ainda que o veículo não seja incorporado à frota, ele vai permitir testar novas tecnologias e novas abordagens. “A sustentabilidade está nos ajudando a ver as coisas de novas maneiras”, comentou.
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Bandidos na Estrada - Caminhoneiros são refens da noite e do crime


Caminhões e cargas roubadas no Brasil!


Nos 50 anos de Reino Unido, Scania apresenta edição limitada Streamline Gold Griffin

A Scania comemora em 2014 seu primeiro meio século no Reino Unido e marca a ocasião com a produção da Golden Griffin, um cavalo-mecânico V8 de edição limitada que terá apenas 50 unidades produzidas. O modelo se destaca pela sua cor ouro, que foi projetado pela equipe interna de designers da Scania e está disponível em dois formatos, dependendo da versão.
Disponível apenas com cabines Scania R Streamline Topline, cada modelo da gama vai levar uma placa com um número exclusivo da Golden Griffin Limited Edition. A escolha de potência dos motores serão entre 580 e 730 cv, embora os números 1 e 50 serão equipados com unidade de potência 730 cv da Scania.
Todos os veículos nesta edição limitada podem ser especificados em 4×2, 6×2, 6×2/2, 6×2/4 e 6×4 e o pacote de luxo Griffin da Scania será instalado como padrão. Além disso, cada veículo será equipado com uma ampla gama de itens de confortos que vão desde uma mini cozinha, TV e DVD, além de três pacotes de luxo – Scania V8 de couro preto, Prestígio e Driver – garantindo, assim, ao proprietário e ao condutor o máximo em termos de conforto e segurança. Uma vasta gama de recursos de segurança ativa e passiva, incluindo aviso de saída pista, Adaptive Cruise Control e sistema de frenagem de emergência também estarão equipando cada modelo.
“Desde a série Scania Centurion, que foi produzido em 1991 para marcar o centenário da Scania, não temos desenvolvido uma oferta tão exclusiva como esta série Golden Griffin Limited Edition 50th”, disse o Diretor de Vendas da Scania Reino Unido (Inglaterra), Martin Hay. “Estou confiante de que, como a demanda do Scania Centurion, esta será excepcionalmente alta, por isso aconselho quem quer garantir um desses veículos únicos que entre em contato com o seu revendedor imediatamente, a fim de evitar decepções.”
Fonte -Brasil Caminhoneiro

Rebaixar pode, arquear não!

Publicado no Diário Oficial de hoje, a resolução nº 479, de 20 de Março de 2014, altera o código brasileiro de trânsito, e deixa claro o que pode e o que não pode nas modificações da suspensão de veículos.
A alteração para rebaixar veículos menores de 3500kg poderá ser feita, mantendo a altura mínima do solo de 100mm, além de o pneu e suspensão não poder tocar o carro em qualquer situação. A resolução permite a utilização de molas fixas ou reguláveis.
Para os caminhões, a situação se inverte. Comum em caminhões, que são rebaixados na dianteira e erguidos na traseira, o chamado “arqueamento” está proibido, sendo permitido apenas a inclinação de 2 graus no chassi, levando em conta a quantidade de carga. Essa variação de 2 graus, medida paralelamente ao chassi, não poderá ser excedida, em nenhuma hipótese, com carga ou sem. Por isso, os caminhões ficarão com a carroceria nivelada em relação ao solo. Alterações na suspensão dianteira, como rebaixar ou erguer, também são proibidas, sendo permitido apenas a instalação do sistema de tração adicional ou para incluir ou excluir eixo auxiliar, direcional ou auto direcional.arqueamento de caminhoes

Scania lança motor Euro 6 movido 100% a biodiesel

A Scania lançou neste mês na Europa motores Euro 6 que podem ser abastecidos exclusivamente com biodiesel. São dois propulsores de 13 litros e seis cilindros, capazes de funcionar com qualquer mistura de diesel, ou mesmo com 100% de biodiesel. Um deles oferece 450 cavalos de potência e o outro, 490 cavalos. Ambos são equipados com os sistemas SCR e EGR de pós-tratamento.
De acordo com a Scania, o motor de 450 cavalos oferece 2.350 Nm de torque a partir de 1.000 rotações por minuto, enquanto o de 490 cavalos produz 2.550 Nm a partir de 1.000 rotações por minuto. A rotação diminui 8% quando os motores são abastecidos exclusivamente com biodiesel.
O biodiesel emite menos dióxido de carbono em comparação com o diesel convencional. Alguns tipos chegam a poluir 80% menos. Os novos motores poderão receber a mistura de biodiesel com diesel. Mas a fabricante recomenda o uso contínuo do biodiesel para que o propulsor um bom funcionamento.
Fonte - Brasil Caminhoneiro

Volkswagen 100% movido a gás natural‏

Caminhões Volkswagen, lança caminhão 100% movido a gás natural veicular (GNV). O veículo representa uma redução de 20% de emissão de CO2. Além disso, traz maior conforto aos motoristas, pois com a nova motorização houve importante redução nos níveis de emissão sonora. O modelo teste entrará em circulação a partir de maio no Rio de Janeiro e dentro de um ano a tecnologia deverá ser levada para outros locais do país.


“Na Ambev, temos o sonho de ser a melhor empresa de bebidas do mundo, em um mundo melhor. Por isso, buscamos, em todas as áreas da companhia, apostar em projetos que nos coloquem nesse caminho. O gás natural é um combustível alternativo muito menos poluente e que já conta com uma rede madura e pulverizada de distribuição no país. Este projeto inovador tem o potencial de mudar a matriz de combustível de grande parte da frota de caminhões do Brasil, deixando-a mais limpa e melhor para o meio ambiente”, diz Vinicius Barbosa, vice-presidente de logística e suprimentos da Ambev.
O novo caminhão tem autonomia de cerca de 200 km e o sistema de armazenagem de gás natural não altera sua capacidade de carga útil sendo a mesma da versão a diesel, podendo levar até 10 pallets de 1.250 quilos, o equivalente a cerca de 9.400 garrafas.
Segundo Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America, “Somos parceiros da Ambev há mais de dez anos. E, para esse projeto, poder contar com a frota de caminhão deles, uma das maiores do país, nos ajudará muito a determinar o melhor caminho para ampla utilização deste combustível”.
Sobre a Ambev
Ser a “Melhor Empresa de Bebidas do Mundo em um Mundo Melhor”. Esta é a missão da Ambev, empresa de capital aberto, sediada em São Paulo, no Brasil, com operações em 16 países das Américas. Dona de um portfólio de “estrelas” como Antarctica, Brahma, Bohemia, Budweiser, Skol, Original, Stella Artois; os refrigerantes Guaraná Antarctica, Soda, Pepsi, Sukita, Antarctica Citrus e H2OH!; o isotônico Gatorade e o chá Lipton, além do energético Fusion e da Brahma 0,0%, totalmente sem álcool, a Ambev é líder no ranking das cervejarias na América Latina.
Sua reconhecida excelência em gestão gera retorno aos seus acionistas e garante atuação sustentável. No ano de 2012, o volume de vendas da companhia chegou a quase 170 milhões de hectolitros de bebidas e a receita líquida foi de R$ 32,2 bilhões – crescimento de 12,4% em relação ao ano de 2011.
Fonte: MAN Latin America

Novos preços dos combustíveis passam a valer a partir de 1º de abril



O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou, nessa terça-feira (25), no Diário Oficial da União (DOU), o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) de vários combustíveis em diversos estados. Os preços serão reajustados em 14 unidades federativas e começarão a ser praticados a partir de 1º de abril.


Os valores serão alterados em: Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.
Em relação à gasolina, o estado que cobra mais caro pelo litro do combustível é o Acre, R$ 3,38. Em seguida, Rondônia, (R$ 3,19), Amazonas, R$ (3,13) e, no mesmo patamar, Goiás, Mato Grosso e Rio de Janeiro (R$ 3,12). O litro mais barato é o praticado na Paraíba e no Piauí, R$ 2,86. Não foram divulgados os preços da Bahia e do Rio Grande do Sul.

O Acre é também o estado que cobra o litro de diesel mais caro no país, R$ 3,03. Depois, estão Rondônia (R$ 2,74), Mato Grosso e Roraima (R$ 2,73) e Pará (R$ 2,64). Nesse caso, o Mato Grosso do Sul é quem pratica o menor preço, R$ 2,30. Assim como em relação à gasolina, tampouco foram divulgados os preços do diesel da Bahia e do Rio Grande do Sul.

Mais uma vez, o Acre lidera o preço mais caro. O valor do litro do álcool etílico hidratado carburante (AEHC), o etanol, chega a R$ 2,69 no estado. Em ordem decrescente, estão Amapá (R$ 2,62), Rondônia (R$ 2,60) e Santa Catarina (R$ 2,57). O Mato Grosso do Sul tem o menor valor, R$ 1,97.

Além desses combustíveis, a tabela do Confaz traz os preços de referência para gás liquefeito de petróleo (GLP), querosene de aviação (QAV), gás natural veicular (GNV), gás natural industrial (GNI) e óleo combustível. Os preços divulgados pelo Confaz servem de base para calcular o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do produto.


Volvo acirra a guerra das potências

Em 2008, o mercado automotivo mundial foi surpreendido com o lançamento pela Volvo do FH 700cv, considerado na época o “caminhão mais potente do mundo”. No ano passado, a Scania tomou esse rótulo da marca sueca ao apresentar um novo modelo da linha R com 730cv. Ao que parece, o título será retomado pela Volvo, pois nesta quarta-feira, 14, anunciou a chegada do FH16 com 750cv.
Há quem diga que essa “guerra de potências” foi aberta pela MAN quando colocou no cenário mundial o caminhão TGX de 680cv, superando o até então mais potente FH de 610cv da Volvo.
Segundo informações da Volvo, o novo FH de 750cv – que por enquanto será vendido exclusivamente na Europa – chega para atender às exigências do transporte de cargas mais pesadas com muito mais eficiência, tecnologia e menor consumo de combustível, nas mais intensas condições de clima e tráfego.

O motor do caminhão tem como base a tecnologia da Volvo Trucks atualmente usada no motor a diesel de 16 litros e 700cv – um propulsor seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e unidade de injetores. O desempenho do motor permite manter a velocidade do veículo em qualquer situação de tráfego, com muita carga ou mesmo em subidas mais íngremes.
“Quanto mais força estiver disponível a baixas rotações ao iniciar um transporte pesado, menor o esforço do trem de força e mais eficiente é a utilização do combustível. Como resultado se obtém dirigibilidade excepcional,” explica Hayder Wokil, gerente de produção da Volvo Trucks. A matriz sueca inicia a produção dos caminhões Volvo FH16 para o mercado europeu já no começo de 2012

Fonte - Amo Caminhões

Acidente: que fazer com carga perigosa?

São Paulo ainda é o Estado campeão em índice de acidentes com transporte de produtos perigosos, segundo informações do Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). As ocorrências, na maior parte, acontecem em razão da falta de instrução dos motoristas, por erros técnicos dos caminhões e pela ruim condição das estradas. Na lista de substâncias nocivas à saúde humana, animal e ambiental que circulam pelas estradas brasileiras estão mais de 3.100 itens, entre eles: combustíveis – como álcool, gasolina e querose –, e produtos corrosivos – soda cáustica e ácido sulfúrico.
Acidente: que fazer com carga perigosa?
Obrigatoriamente, os caminhões que carregam estes componentes devem ser identificados por um painel de segurança com a sinalização indicativa de “transporte de produtos perigosos”, e com um rótulo que diz a “classe de risco do produto transportado”. O motorista é orientado a ter sempre em mãos a ficha de emergência do produto, que contém as instruções sobre como proceder em caso de acidentes e o EPI (Equipamento de Proteção Individual). Uma ocorrência pode gerar sérios prejuízos à saúde, podendo levar até a morte. Se houver vazamento do componente transportado, além do condutor do veículo, correm riscos a população e a área ambiental, já que o produto pode contaminar a vegetação e cursos d’água, caso chegue até rios ou lagos.
Para evitar ocorrências do tipo, abaixo segue uma lista de medidas que caminhoneiros devem seguir para garantir a segurança de todos em caso de acidentes; mas acima de tudo é importante aperfeiçoar a instrução do motorista para este tipo de atividade, como propõe o curso especializado MOPP (Movimentação Operacional de Produtos Perigosos).
Acidente: o que fazer?
Em um acidente, é preciso evitar o vazamento do que está sendo transportado. Porém, se não for possível, é necessário que se providencie o recolhimento das porções vazadas. Se a quantidade do derramamento for grande, as autoridades locais e o fabricante do produto devem ser avisados. As instruções da ficha de emergência devem ser seguidas. Abaixo outras informações sobre como proceder:
- Leve sempre os dispositivos de sinalização para serem utilizados em caso de acidente;
- Não fume, não acenda fósforo, não coma e não beba durante o processo de limpeza;
- Não use o telefone celular, mantenha-o longe do vazamento ou desligado;
- Sinalize e isole a área utilizando os cones, fita/corda, dispositivos de sustentação da fita/corda e as placas de advertência “Perigo / Afaste-se”;
- Estanque o produto com terra, para que não atinja rios, lagos, outras fontes de água, rodovias etc. Ser for necessário, cave uma canaleta ou levante um dique de contenção;
- Afaste curiosos;
- Não deixe o veículo sozinho.
- Recolha o material derramado para que possa ser feito o descarte em locais adequados.

Fonte-Amo caminhoes

Randon amplia oferta no mercado nacional

A Randon acaba de ampliar a sua oferta de implementos no cenário nacional. A empresa de Caxias do Sul (RS) lançará nesta quinta-feira, 15, o modelo Tanque Multisetas Linha R, que promete vir com tecnologia para garantir a maior produtividade, segurança e eficiência ao produto transportado.
Randon amplia oferta no mercado nacional
O lançamento acontecerá por meio dos distribuidores Randon, em diversos pontos do País. O tanque traz os benefícios da Linha R, que gradativamente passou a integrar as principais linhas de produtos, e inovações próprias da Família de Tanques.
Os benefícios da Linha R, que em fevereiro teve lançamento nacional na linha graneleira, carro-chefe da empresa, já integram o sider, o frigorífico, a base de container, o furgão, a basculante e agora, o tanque.
Entre as novidades da Linha R consta o novo módulo integrado traseiro, a instalação elétrica totalmente em LED, apara-barro antispray, protetores laterais, todos itens com patente requerida INPI, além do novo balancim.
Fonte: WebTranspo

Volvo lança VM mais potente

A montadora sueca Volvo incrementa seu portfólio de caminhões no Brasil. Acaba de chegar ao mercado a terceira geração da linha VM, tendo como principal característica o aumento das potências dos motores, adequados para atender o Proconve P7, lei ambiental que entra em vigor dia 1º de janeiro de 2012.
Volvo lança VM mais potente
De acordo com a empresa, o VM que tinha um propulsor de 210cv passa agora a ter um novo, de 220cv. Este modelo, bastante usado em áreas urbanas e em trajetos regionais, ganhou um motor de seis cilindros, dois cilindros a mais que na versão anterior.
Já o propulsor do modelo rígido que antes tinha 260cv de seis cilindros, chega agora a 270cv. Por último, o motor de 310cv passa para 330cv, o maior aumento de potência da linha. No caso dos VMs 330cv 6×4, as mudanças proporcionam mais potência e torque, fundamentais, segundo a fabricante, para operações em canteiros de obras.
“Com novas potências e torque, o freio motor é mais potente nestas duas opções, garantindo maior velocidade média em descida, aumentando a produtividade com maior segurança”, observa Alvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo do Brasil.
A nova linha VM também oferece opções de caixa de câmbio e eixos traseiros para atender a todas as necessidades dos transportadores.
“Temos soluções para atender o que o mercado está pedindo, seja para operações de médias e longas distâncias, seja para uso misto urbano (caçamba, lixo, mixer e guindaste) e rodoviário”, Sérgio Gomes, gerente de planejamento estratégico da Volvo do Brasil.
Além disso, a cabine do VM conta com um novo painel, com todos os comandos ao alcance das mãos do motorista. O caminhão traz ainda computador de bordo. No display do computador localizado no painel, o condutor tem acesso a muitas informações, como o consumo do veículo e aviso de eventuais falhas. Com mais dados à disposição, o condutor pode controlar melhor a operação do veículo.
Fonte: WebTranspo> Amo Caminhões

Mercedes - tecnologia-a-servico-da-seguranca



por Fábio Rogério
da Redação do Portal
Não é só pelo tamanho da cabina Megaspace (3,483m) e potência do motor (456 cavalos) que o Actros impressiona. No test drive feito pelo Portal Brasil Caminhoneiro, foi possível verificar que a tecnologia muda por completo o conceito de condução segura de um veículo comercial.
Antes de pegar a estrada, o motorista da fabricante acionou o sistema de gestão de frota FleetBoard. Apresentado em setembro de 2009, o equipamento utiliza um computador de bordo e a Internet para disponibilizar dados on line sobre a frota do cliente.
Com o FleetBoard, o transportador pode saber qual é a posição do caminhão em um mapa digital a qualquer momento, pois a informação é coletada via satélite. Também é possível identificar pontos de interesse no trajeto, como os locais de carga e descarga, postos de combustíveis, estacionamentos e serviços.
No Actros, o FleetBoard permite que o gestor envie mensagens em forma de texto ao display do painel de instrumentos do caminhão. O motorista recebe as informações e, se for o caso, pode reagir imediatamente. Além disso, o gestor tem acesso a dados do veículo, como nível de óleo, desgaste dos freios e quilometragem até a próxima manutenção.
Contra cochilos
O sistema de orientação de faixa de rolagem funciona com uma câmera montada no parabrisa, que detecta a posição do caminhão em relação às faixas de estrada, à direita e à esquerda. Se o veículo sair de uma faixa para outra sem que o motorista dê a seta, um alerta sonoro é acionado. É impossível que o motorista não ouça o aviso.
Sem bater
O sistema de controle de proximidade é outro destaque, que opera com um radar localizado no pára-choque. O equipamento monitora o tráfego à frente, calcula a velocidade dos demais veículos e, na distância preestabelecida em relação ao veículo da frente (que pode ser escolhida livremente pelo motorista na alavanca multifuncional citada pelo editor Mauro Cassane), determina a velocidade do Actros. É surpreendente ver um gigante como esse bruto “tomar vida” e fazer a redução de velocidade e assumir o espaço que lhe foi determinado.
Proteção ativa
O sistema ativo de frenagem do Actros procura impedir toda e qualquer colisão. Se alguma coisa acontece a sua frente – como a frenagem inesperada de outros veículos –, a velocidade é reduzida por todos os sistemas de freio disponíveis, e conforme a necessidade. Quando há risco de colisão, surge um alerta visual e sonoro e, em seguida, os freios são levemente acionados. Se a prevenção não for suficiente, o caminhão realiza uma freada de emergência.
Os freios contam com sistema ABS e ASR, que também garantem uma maior vida útil dos componentes dos freios e dos pneus. Enquanto o ABS permite a dirigibilidade do caminhão em frenagens de emergência e pisos escorregadios, o ASR garante o controle da tração do veículo em situações de pouca aderência.
Foto: Mauro Cassane

A grande estrela da Mercedes-Benz que faz quase tudo sozinho




por Mauro Cassane
Na estrada, ele chama atenção. Da cabina, você pode ver os outros caminhões por um ângulo um pouco mais solene: por cima. A versão completona que avaliamos do Actros 2646 LS 6×4 tem 3,483 metros de altura. São quatro degraus para se acomodar lá em cima, no cockpit do motorista. E o termo se acomodar é levado a sério: Sentado a um banco que poderia ser chamado de poltrona, tudo se ajusta para propiciar uma condução perfeita.
É um caminhão top de linha. A própria Mercedes-Benz o recomenda a transportadores “altamente profissionalizados, que focam a produtividade e valorizam a tecnologia, conforto, segurança e potência, além da economia de combustível”.
A faixa de preço, por volta de R$ 500.000,00, também posiciona este produto especificamente para grandes empresas de transporte. Por um pouco mais da metade deste valor é até possível comprar um pesadão que faça o mesmo serviço, mas que está a anos-luz de oferecer os mesmos recursos.
É, sem dúvida, um veículo para quem precisa oferecer muito mais do que simplesmente transportar mercadorias de um ponto a outro. E há aí um nicho de mercado que todas as fabricantes nacionais estão de olho.
Para o transportador que quer prestar serviços a grandes empresas geradoras de carga itens como mais segurança, mais eficiência, mais conforto e, acima de tudo, rentabilidade, são considerados. E, para atender a estas demandas, não dá para economizar em tecnologia.
O Actros, que ainda é importado, mas ano que vem começa a ser produzido no Brasil na fábrica que a Mercedes-Benz já tem em Juíz de Fora/MG, encontra seus concorrentes diretos em modelos oferecidos pela Iveco, Scania e Volvo. Já anunciado, ano que vem chegam também os modelos top da MAN e vai ser, por certo, briga de gigantes.
Grosso modo, estão todos no mesmo patamar, tanto quando se fala de preço quanto de tecnologia, mas é ao volante que se pode detectar algumas distinções e vantagens. Nesta nossa primeira avaliação, embora conheçamos os concorrentes diretos, não faremos comparações.
Outro ponto que julgamos não ser sensato aferir é o consumo. As variantes são tantas que não vale a pena apurar. Tudo pode interferir: o jeito de conduzir, a temperatura, as intempéries, a topografia, condições da estrada, de tráfego, etc. Definitivamente, qualquer medição de consumo feita é suspeita e sujeita a contestações. Portanto, deixamos de fora.
Um pesadão com um motor com 456 cavalos de potência e mais de 40 toneladas nas costas pode fazer desde 1,5 até quase 3 quilômetros com um litro de diesel. Tudo vai depender dos fatores acima.
O câmbio automatizado do Actros leva a marca Mercedes-Benz, MB G 330-12 – a última dezena indica que há uma dúzia de velocidades disponíveis. As últimas são bem mais longas, ideais para velocidade de cruzeiro. Além da comodidade para o motorista, pode apostar, a tocada fica bem mais econômica.
Item que chama atenção logo de cara nesta nave da Mercedes-Benz é o botão no painel que impede que o caminhão dê aquela indesejável volta para trás em rampas. Acionado, você tira o pé do freio e pisa tranquilamente no acelerador botando o caminhão em movimento. Para motoristas desatentos isso não é luxo, é segurança.
Avaliamos o Actros com uma composição bitrem da Noma com lastro de 44 toneladas. E traçamos um roteiro onde foi possível fazer uso dos recursos, muitos aliás, do caminhão. Pegamos a rodovia Anchieta no Km 15, rumo a Santos/SP, descemos a Serra do Mar e, já na Baixada, seguimos pela Via Expresso Sul (antiga Rodovia Pedro Taques) até o município de Itanhaém, num trajeto total, ida e volta, de 320 quilômetros.
Na larga e segura Anchieta avaliamos à exaustão o piloto automático e o sensor de presença que fica posicionado bem no meio do parachoque dianteiro. Com um toque sutil na alavanca direita (onde se pode controlar diversas outras funções do caminhão) o piloto automático é acionado. O display no painel indica que está ativado e você pode escolher, também tocando um botão da alavanca direita, que velocidade quer que o caminhão siga, e se mantenha, durante parte do trajeto.
Funciona bem e as informações que aparecem no display são claras e amigáveis. O sensor de presença pode ser ajustado para qual distância do veículo da frente você prefere manter por considerar segura. Testamos com dez, vinte e trinta metros. Funcionou perfeitamente.
Resolvemos, com distância ajustada de apenas dez metros, acelerar o caminhão a 80 km/h na terceira faixa e depois voltar para a faixa da direita logo atrás de um Uno que certamente trafegava a uns 60 km/h. Nesta situação, sem que tocássemos no freio, o sensor freou o caminhão e instantaneamente o botou na mesma velocidade do Uno (respeitando a distância estipulada).
Tudo tão rápido, e eficiente, que nem deu tempo para o motorista do Uno se assustar com o caminhão gigante crescendo em seu retrovisor. A dez metros a composição toda respeitou a velocidade do pequeno carro à frente e não fez aquela aproximação ameaçadora, muito comum, aliás, nas estradas brasileiras. Tudo isto, é preciso destacar, sem que o motorista precisasse fazer nada além de tão somente tomar conta do volante.
Para mudar de faixa, caso se esqueça de dar a seta indicando a manobra, um sensor dá o alerta sonoro. Um tanto escandaloso, eu diria. É uma precaução técnica para o caso de algum cochilo, mas funciona bem como educador de trânsito também.
Com piloto automático, sensor de aproximação, sensor que adverte mudança de faixa sem sinalização, sensor que aciona o parabrisa em caso de chuva e liga automaticamente os faróis, sensor que mantém a cabina climatizada com o caminhão desligado, cabina com piso plano, câmbio automatizado e computador de bordo, o Actros surpreende e foge, tecnicamente, do lugar-comum.
Todo mimo tecnológico tem suas funções ligadas à segurança e à comodidade, mas essencialmente permite que o condutor se atenha à sua tarefa primordial: concentração total no ato de dirigir.
Neste ato, mais do que acelerar, que ganhar tempo, é fundamental que o caminhão consiga diminuir a velocidade com eficiência, e melhor ainda se o fizer poupando os discos de freio.
Se o caso exigir freadas emergenciais, os freios ABS e o sistema ASR (controle de tração das rodas) conseguem estancar a composição inteira (vá lá, bom motorista também chama a alavanca de freio da carreta em condições extremas de frenagem).
Mas, em situações normais, como a descida da Serra do Mar, não carece utilização do disco de freio, nem tocamos no pedal, a composição toda vai sendo controlada, ladeira abaixo, pelo freio-motor Top Brake no primeiro estágio da alavanca direita (aquela que faz quase tudo) e, para segurar ainda mais, basta baixar mais um estágio da mesma alavanca que o retardador da Voith entra em ação colocando uma cavalaria de força contrária.
Foto: Mauro Cassane

Montadora chinesa investe US$ 500 mi no Brasil


Folha Online
A Foton Motors, maior fabricante de caminhões do mundo, definiu investimento de US$ 500 milhões na construção de uma fábrica no Brasil. Será a primeira do grupo fora da China, onde há 11 plantas voltadas para a construção desses veículos, informa reportagem de Cirilo Junior para a Folha.
A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Executivos da empresa estiveram no início da semana em Goiás, onde observaram possíveis locais para receber a unidade fabril. Os chineses avaliam também, neste momento, se instalar em Pernambuco.
A previsão é que a fábrica comece a operar em 2014. Além de caminhões, a Foton produz ainda pickups, ônibus e vans.
A Foton quer seguir o rastro das montadoras chinesas no Brasil, que chegaram em 2007 e cujas vendas não param de crescer.
A aposta inicial, no entanto, será em outro segmento. A Foton vai focar na venda de caminhões semi leves, de 3, 6, e 9 toneladas.
De acordo com Marcio Vita, diretor financeiro da empresa, o mercado desses veículos ainda é incipiente, com produtos de baixa qualidade. Ele explica que esses veículos serão voltados para deslocamentos mais curtos, e com cargas mais leves. "Nossos caminhões terão, por exemplo, ar condicionado e vidros com trava elétrica", afirma.


Fonte - O documento

Estudo aponta alta média de 22% no frete, desde 2006


Os custos médios com frete passaram de R$ 67,00 por tonelada em 2006 para R$ 82,00 por tonelada em 2011, um aumento de 22% para carga seca transportada em carreta, graneleiro e em rotas de 700km. Os dados são de pesquisa divulgada pelo Instituto Ilos. O aumento dos custos pode ser atribuído à sobrecarga dos sistemas para o transporte de mercadorias, o que tem aumentado o tempo de espera e os gastos com logística no País.
O crescimento médio do volume de mercadorias transportadas no Brasil foi de 4% ao ano de 2004 a 2010, acompanhando a expansão média de 4,4% ao ano do Produto Interno Bruto (PIB) no período. Segundo a pesquisa, 87% de toda a carga é transportada através das rodovias, mas 42% das grandes empresas brasileiras querem reduzir o uso do modal rodoviário para o transporte de seus produtos.
"A capacidade de transporte já está praticamente esgotada há alguns anos, então crescer 4% ao ano é um desafio e tanto", afirmou Paulo Fleury, CEO do Instituto Ilos, no Fórum Internacional de Logística, no Rio de Janeiro. "A fabricação de caminhões cresce 12% ao ano. Nunca houve um crescimento assim. Há uma espera de seis a doze meses para conseguir comprar um veículo novo. O País não estava preparado, foi um lado ruim do crescimento do PIB". Fleury contou que entre as décadas de 80 e 90, a média de fabricação de caminhões era de 50 mil unidades por ano. Hoje, o número de caminhões fabricados está em quase 200 mil ao ano. "Isso está batendo com a capacidade das montadoras. Vamos ter que importar caminhão se a economia não der uma esfriada, a não ser que os projetos de novas fábricas comecem a produzir veículos para atender a demanda", previu o CEO do Ilos.
De acordo com o estudo, 18% das empresas declararam ter dificuldade de contratar serviços de transporte, devido à falta de frete. Como resultado dos problemas para conseguir caminhões, caminhoneiros autônomos trabalham com sobrepeso e jornadas excessivas, de até 48h sem dormir, e transportadoras voltam a colocar veículos velhos para rodar nas estradas. A idade média da frota de caminhões brasileira é de 22 anos, enquanto a da frota americana é de apenas 7 a 8 anos, lembrou Fleury. "O Brasil usa caminhão muito mais do que deveria. Temos uma matriz desbalanceada. Não temos grandes projetos ferroviários, por exemplo, para entrar em operação. Ainda são só projetos", alertou o especialista em logística. A pesquisa do Instituto Ilos foi realizada com 100 entre as mil maiores empresas no País.
Fonte- DGABC