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Scania reúne especialistas em debate sobre desafios do transporte sustentável

Com o propósito de fomentar o debate de assuntos que impactam a cadeia do transporte, a Scania, única empresa de veículos pesados a figurar entre as 100 companhias mais sustentáveis do mundo, realiza no dia 27/03, a primeira edição no Brasil do Scania Transport Conference. O evento acontece no Rio de Janeiro e contará com a presença de representantes dos setores público e privado, além de autoridades acadêmicas.
“Queremos mobilizar o setor em torno do compromisso de buscar, juntos, soluções para o desenvolvimento de um transporte sustentável com foco em combustíveis alternativos, maior eficiência dos veículos e da infraestrutura existente.”, afirma Per Olov Svedlund, presidente da Scania Latin America. “Para isto, teremos de transformar produtos, serviços e operações, mudar o comportamento da cadeia de valor e fazer alterações na política e infraestrutura. Trabalhando em parceria com os transportadores, clientes, e tomadores de decisão, há muita coisa que podemos fazer”, completa o executivo.
Na Europa, a montadora realiza o evento desde 2011. A edição brasileira foi planejada para acontecer juntamente com a exposição “O Prêmio Nobel – Ideias Mudando o Mundo”, aberta ao público até 19 de abril na biblioteca da Fundação Getúlio Vargas (FGV), da qual a Scania é parceira.
“Os dois eventos trazem muito da essência da Scania, já que ideias inovadoras têm um papel fundamental nas soluções que entregamos aos nossos clientes. O foco em melhorias contínuas é um dos principais pilares da companhia em todo o mundo, estamos em constante busca pelo aumento da eficiência e diminuição de emissão de CO2, é isto que nos mantém competitivos e capazes de oferecer benefícios para os clientes e sociedade.”, diz o presidente da montadora.
Na programação da conferência, estão previstos três painéis: “Cooperação entre Academia e Iniciativa Privada“; “Os desafios da cadeia logística” e “Políticas Publicas necessárias para o Transporte Sustentável”.
“A Scania tem a inovação em seu DNA e trabalha no mundo inteiro em cooperação com seus clientes para reduzir as emissões de CO2 e aumentar a eficiência das operações. Nossa proposta é entregar a mais alta qualidade de produtos e serviços. E superar desafios, que no nosso setor estão ligados ao meio ambiente, infraestrutura e logística", afirma Per Olov. "Este é o jeito da Scania pensar sustentabilidade", completa. 
Para confirmar presença no evento, envie um email para amoreira@kreab.com ou contate pelos telefones (11) 3054-3306 ou (11) 96497 8921.

Walmart apresenta nos EUA o WAVE, ‘caminhão do futuro’ feito com fibra de carbono



Maior varejista do mundo e, consequentemente, dona de uma das maiores frotas de caminhões do mundo, o Walmart vem trabalhando num projeto que pode revolucionar o mercado de pesados e todo o mundo. Com foco na redução do consumo de combustível, menores níveis de emissão e na rentabilidade operacional, o WAVE, sigla para Walmart Advanced Vehicle (veículo avançado Walmart, em português), é feito quase que exclusivamente com fibra de carbono, o que torna o veículo mais leve, com cerca de 4 toneladas. Além disso, o modelo pode rodar com gás natural, biodiesel e até mesmo outras novas formas de combustíveis ainda em desenvolvimento. O protótipo é 20 por cento mais aerodinâmico do que a frota atual da companhia. Os testes com o Wave já começaram, mas não há nenhuma garantia de que ele vai realmente chegar a rodar nas estradas de fato.
No blog oficial da empresa, Doug McMillon, presidente e CEO da Walmart, afirma que, ainda que o veículo não seja incorporado à frota, ele vai permitir testar novas tecnologias e novas abordagens. “A sustentabilidade está nos ajudando a ver as coisas de novas maneiras”, comentou.
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Scania lança motor Euro 6 movido 100% a biodiesel

A Scania lançou neste mês na Europa motores Euro 6 que podem ser abastecidos exclusivamente com biodiesel. São dois propulsores de 13 litros e seis cilindros, capazes de funcionar com qualquer mistura de diesel, ou mesmo com 100% de biodiesel. Um deles oferece 450 cavalos de potência e o outro, 490 cavalos. Ambos são equipados com os sistemas SCR e EGR de pós-tratamento.
De acordo com a Scania, o motor de 450 cavalos oferece 2.350 Nm de torque a partir de 1.000 rotações por minuto, enquanto o de 490 cavalos produz 2.550 Nm a partir de 1.000 rotações por minuto. A rotação diminui 8% quando os motores são abastecidos exclusivamente com biodiesel.
O biodiesel emite menos dióxido de carbono em comparação com o diesel convencional. Alguns tipos chegam a poluir 80% menos. Os novos motores poderão receber a mistura de biodiesel com diesel. Mas a fabricante recomenda o uso contínuo do biodiesel para que o propulsor um bom funcionamento.
Fonte - Brasil Caminhoneiro

Teste do Mercedes Actros 2655 6×4 com motor V8 da Mercedes-Benz





O mercado de caminhões é diferente de outros do setor automotivo. Afinal de contas, aqui a relação custo-benefício vai além do valor pago por um modelo em comparação com os itens que ele oferece. Para um caminhão, não basta ter curvas arrojadas, motor potente e opcionais de conforto. O veículo precisa ajudar o dono a fazer dinheiro. Mas não se engane: um motor forte de alta aceleração pode sim ser rentável.
É esse o foco do Actros 2655 6×4 com motor V8 da Mercedes-Benz. O trem de força OM 502 LA, de 551 cavalos de força e 16 litros, faz o modelo se destacar como um dos mais potentes vendidos no Brasil. Esta, porém, não é somente uma característica de estilo. O Brasil Caminhoneiro teve a oportunidade de testar o caminhão nas rodovias que cortam a cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, e comprovar a eficiência do caminhão da marca alemã.

O motor com tecnologia BlueTec 5 (o padrão Euro 5 da Mercedes-Benz, que atende ao Proconve P7 e utiliza o Arla 32 no pós-tratamento de emissões) chega ao torque máximo de 2.600 Nm a 1.080 rpm. Mesmo consumindo mais combustível, o resultado do desempenho dele melhora de acordo com a distância da viagem. “A potência do motor em retomadas de velocidade e subidas ajuda a diminuir o tempo de viagem, equilibrando o custo-benefício”, explica Gilson Zinetti, engenheiro de marketing da Mercedes-Benz do Brasil. Ou seja: viagens interestaduais serão feitas em menos tempo, equilibrando o consumo de um motor V8 com o de outros modelos, porém com as vantagens de passar menos tempo rodando de um ponto a outro e aumentar a velocidade média do frete.
O equilíbrio no consumo também vem com a transmissão automatizada Powershift 2, de 12 marchas sem anel sincronizador. Os sensores da caixa engatam a marcha correta de acordo com a inclinação da pista, evitando sobregiros, melhorando o desempenho do pesado e garantindo maior vida útil aos componentes do caminhão. Ou ponto é o freio-motor Top Brake, que torna as descidas mais econômicas sem precisar de “macetes” perigosos como desengatar o caminhão.

Com tudo isso, o modelo V8 da Mercedes-Benz, produzido na planta da empresa em Juiz de Fora (MG), pode utilizar a configuração bitrenzão de 9 eixos, ou rodotrem de 9 eixos, puxando até 74 toneladas de PBTC.
Por se tratar de um estradeiro, o Actros 2655 6×4 possui cabine espaçosa e muitos itens de segurança. O padrão é conhecido da equipe do Brasil Caminhoneiro, uma vez que já testamos o Actros na versão 2646 6×4 em 2012.

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Teste do novo VOLVO FH 750

 Fonte - Brasil Caminhoneiro
por Mauro Cassane,
editor do Portal Brasil Caminhoneiro

O motorzão chega bem perto da cavalagem de um caminhão de corrida da Fórmula Truck com seus 1.200 cv e 12 litros, mas tem mais litragens, ou seja, mais espaço até para ser muito mais potente. Enquanto os motores normais são de 9, 12 ou 13 litros, este pesadão tem um motor de 16 litros. O Volvo FH 16 750 cv, 8×4, que foi estrela cintilante na última Fenatran, é um caminhão superlativo que não foi feito para carregar cargas triviais. Ele puxa aquelas coisas imensas, cargas indivisíveis, e tem poder para arrastar até 250 toneladas. É um caminhão meticulosamente concebido para ser super. Tudo nele foi pensado para dar conta de cargas que um caminhão convencional não conseguiria carregar.
Portanto, não é um caminhão que você vai ver muito facilmente pelas estradas por este Brasil afora. Embora, quem verdadeiramente gosta de caminhões, certamente já o viu em muitas fotos por sites e revistas que tratam de transporte. Este produto especificamente foi, de longe, o mais fotografado na última Fenatran. Do chão ao teto o caminhão tem quase quatro metros de altura (precisamente 3,954 metros). É um gigante. Na boleia são 2,4 metros de altura, o que permite a qualquer jogador de basquete ficar em pé lá dentro e até dar uns pulinhos. O supercaminhão é feito para, literalmente, pegar no pesado, mas não podemos chamá-lo de bruto. Robusto sim, bruto nunca. Tudo nele é pura sofisticação. Embarcar na boleia é como visitar a cabina de comando de um avião de grande porte.

Tivemos o privilégio de andar nesta máquina para poucos. A Volvo não vai, por enquanto, produzi-lo no Brasil. As vendas totais de caminhões assim, por aqui, não passam de 200 unidades por anos. Este modelo já tem dono. Diz a Volvo que vendeu meia dúzia para diferentes clientes. Custa um milhão de reias cada um. É quase três vezes o valor de um FH 460 convencional. Bem, não precisamos falar muito da tecnologia, né. Vamos direto às sensações de pilotar um gigante genuíno na mais cobiçada e lendária pista da América Latina: o autódromo de Interlagos, formalmente conhecido como Autódromo José Carlos Pace.

Saindo dos boxes a vontade é acelerar no retão, mas rapidamente já se alcança a temida curva dupla conhecida como “S do Senna” em declive. É bom moderar. Neste trecho muitos caminhões, com seus experientes pilotos, já saíram voando em etapas da Fórmula Truck. O FH 16 750 tem muita potência, esbanja força, contudo não foi desenvolvido para ser veloz. No seu dia-a-dia a velocidade média será sempre por volta dos 30 km/h. No modo automático (claro que não dá mais para pensar em caminhão assim com caixa de mudanças manual), você só tem que acelerar e curtir o “passeio”. Para sentir o motor, pisei mais forte, o giro sobe rápido e os cavalos do motor respondem instantaneamente botando a colossal estrutura em movimento.

Enquanto na Fórmula 1 os pilotos têm a sensação de raspar o traseiro no chão, em um caminhão assim, com apenas 50 km/h, há uma agradável impressão de voo (você fica mesmo nas alturas) ainda mais com um painel de comando munido com display e acessórios muito parecidos com os da aviação moderna. Na reta, pisando mais, a velocidade chega a muito rapidamente a 70 km/h. É o limite. Até passa disso, mas a partir daí é possível sentir que a reduzida relação de diferencial eleva violentamente o giro do motor.

Você nota que o giro sobe somente observando as informações no display. Com os vidros fechados, a cabina parece uma catedral com um silêncio sacrossanto. Na pequena descida provei a eficiência do dispositivo VEB, que é o freio auxiliar, e tem 580 cv de potência para segurar o ímpeto dos 750 cv do motor. Tem três estágios que são suficientes para segurar o caminhão, na descida, tranquilo, a 5 km/h. Tanta força serve para poupar os freios quando, na prática, este gigante estará rebocando cargas imensas que podem chegar facilmente a mais de 200 toneladas. Se na reta é difícil, se na subida é inacreditável, na descida, fiquem certos, chega mesmo a ser um milagre da tecnologia não se fazer uso dos freios convencionais quando se está puxando cargas tão assombrosamente pesadas.
Caminhoneiro bem informado sabe bem que caminhão moderno só usa freio se for mesmo para uma parada de emergência ou necessária. Para descer serra ou ladeiras, íngremes ou não, o certo é ativar o freio auxiliar. Um sutil toque na alavanca que fica posicionada ao lado direito do volante e, mágica, o caminhão reduz abruptamente a velocidade em 80%. Mais um toque, no segundo estágio, e a velocidade cai 90%.
No terceiro estágio o caminhão apenas faz, muito lento, o giro das rodas numa velocidade que não passa os 5 km/h. Isso, claro, não é prerrogativa deste Volvo. Tem em todos os extrapesados novos. Mas, para este veículo especial, este dispositivo precisa de muita força. Afinal de contas, descer uma serra com 200 toneladas no lombo não é tarefa para um caminhão normal, mas apenas para um supercaminhão.
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Volkswagen 100% movido a gás natural‏

Caminhões Volkswagen, lança caminhão 100% movido a gás natural veicular (GNV). O veículo representa uma redução de 20% de emissão de CO2. Além disso, traz maior conforto aos motoristas, pois com a nova motorização houve importante redução nos níveis de emissão sonora. O modelo teste entrará em circulação a partir de maio no Rio de Janeiro e dentro de um ano a tecnologia deverá ser levada para outros locais do país.


“Na Ambev, temos o sonho de ser a melhor empresa de bebidas do mundo, em um mundo melhor. Por isso, buscamos, em todas as áreas da companhia, apostar em projetos que nos coloquem nesse caminho. O gás natural é um combustível alternativo muito menos poluente e que já conta com uma rede madura e pulverizada de distribuição no país. Este projeto inovador tem o potencial de mudar a matriz de combustível de grande parte da frota de caminhões do Brasil, deixando-a mais limpa e melhor para o meio ambiente”, diz Vinicius Barbosa, vice-presidente de logística e suprimentos da Ambev.
O novo caminhão tem autonomia de cerca de 200 km e o sistema de armazenagem de gás natural não altera sua capacidade de carga útil sendo a mesma da versão a diesel, podendo levar até 10 pallets de 1.250 quilos, o equivalente a cerca de 9.400 garrafas.
Segundo Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America, “Somos parceiros da Ambev há mais de dez anos. E, para esse projeto, poder contar com a frota de caminhão deles, uma das maiores do país, nos ajudará muito a determinar o melhor caminho para ampla utilização deste combustível”.
Sobre a Ambev
Ser a “Melhor Empresa de Bebidas do Mundo em um Mundo Melhor”. Esta é a missão da Ambev, empresa de capital aberto, sediada em São Paulo, no Brasil, com operações em 16 países das Américas. Dona de um portfólio de “estrelas” como Antarctica, Brahma, Bohemia, Budweiser, Skol, Original, Stella Artois; os refrigerantes Guaraná Antarctica, Soda, Pepsi, Sukita, Antarctica Citrus e H2OH!; o isotônico Gatorade e o chá Lipton, além do energético Fusion e da Brahma 0,0%, totalmente sem álcool, a Ambev é líder no ranking das cervejarias na América Latina.
Sua reconhecida excelência em gestão gera retorno aos seus acionistas e garante atuação sustentável. No ano de 2012, o volume de vendas da companhia chegou a quase 170 milhões de hectolitros de bebidas e a receita líquida foi de R$ 32,2 bilhões – crescimento de 12,4% em relação ao ano de 2011.
Fonte: MAN Latin America

Mercedes - tecnologia-a-servico-da-seguranca



por Fábio Rogério
da Redação do Portal
Não é só pelo tamanho da cabina Megaspace (3,483m) e potência do motor (456 cavalos) que o Actros impressiona. No test drive feito pelo Portal Brasil Caminhoneiro, foi possível verificar que a tecnologia muda por completo o conceito de condução segura de um veículo comercial.
Antes de pegar a estrada, o motorista da fabricante acionou o sistema de gestão de frota FleetBoard. Apresentado em setembro de 2009, o equipamento utiliza um computador de bordo e a Internet para disponibilizar dados on line sobre a frota do cliente.
Com o FleetBoard, o transportador pode saber qual é a posição do caminhão em um mapa digital a qualquer momento, pois a informação é coletada via satélite. Também é possível identificar pontos de interesse no trajeto, como os locais de carga e descarga, postos de combustíveis, estacionamentos e serviços.
No Actros, o FleetBoard permite que o gestor envie mensagens em forma de texto ao display do painel de instrumentos do caminhão. O motorista recebe as informações e, se for o caso, pode reagir imediatamente. Além disso, o gestor tem acesso a dados do veículo, como nível de óleo, desgaste dos freios e quilometragem até a próxima manutenção.
Contra cochilos
O sistema de orientação de faixa de rolagem funciona com uma câmera montada no parabrisa, que detecta a posição do caminhão em relação às faixas de estrada, à direita e à esquerda. Se o veículo sair de uma faixa para outra sem que o motorista dê a seta, um alerta sonoro é acionado. É impossível que o motorista não ouça o aviso.
Sem bater
O sistema de controle de proximidade é outro destaque, que opera com um radar localizado no pára-choque. O equipamento monitora o tráfego à frente, calcula a velocidade dos demais veículos e, na distância preestabelecida em relação ao veículo da frente (que pode ser escolhida livremente pelo motorista na alavanca multifuncional citada pelo editor Mauro Cassane), determina a velocidade do Actros. É surpreendente ver um gigante como esse bruto “tomar vida” e fazer a redução de velocidade e assumir o espaço que lhe foi determinado.
Proteção ativa
O sistema ativo de frenagem do Actros procura impedir toda e qualquer colisão. Se alguma coisa acontece a sua frente – como a frenagem inesperada de outros veículos –, a velocidade é reduzida por todos os sistemas de freio disponíveis, e conforme a necessidade. Quando há risco de colisão, surge um alerta visual e sonoro e, em seguida, os freios são levemente acionados. Se a prevenção não for suficiente, o caminhão realiza uma freada de emergência.
Os freios contam com sistema ABS e ASR, que também garantem uma maior vida útil dos componentes dos freios e dos pneus. Enquanto o ABS permite a dirigibilidade do caminhão em frenagens de emergência e pisos escorregadios, o ASR garante o controle da tração do veículo em situações de pouca aderência.
Foto: Mauro Cassane